E aí, meus bons! Mais um mês que se passou e nada do isolamento social acabar de vez. Isso só me dá ainda mais saudades daquela minha escapada da quarentena que contei no último conto erótico.

Mas se você bem se lembra, depois da gente transar antes mesmo de jantar a noite ainda não tinha acabado. Na verdade, o prato principal tava pra um pouco mais tarde. Então vem comigo para saber tudo o que aconteceu depois.

Anal na quarentena com a ruiva do Tinder

por Denis R

Eu tava cansado! Depois de gozar na bunda da Deborah e ver ela tendo dois orgasmos quase seguidos, o cansaço bateu com força.

Até porque eu já tava há um tempo sem transar por causa da quarentena. O preparo físico dá aquela piorada.

Fiquei prostrado enquanto ela tomava o banho. Tava doido de vontade de invadir o banheiro e dar aquele meteco no chuveiro, mas meu corpo não tava aguentando. Eu precisava dar uma recuperada, e aposto que ela também.

Insaciável, dava pra ver que ela também sentiu o baque da foda intensa que a gente deu. Ver aquela ruiva escultural só de toalha com o cabelo molhado me deu o maior tesão.

— Vamos jantar? — sugeri.

— Mas você não vai me deixar nem me arrumar? — ela respondeu.

— Sério, você tá a maior delícia do jeito que tá agora.

Ela deu uma risadinha. Deu pra ver que topou na hora.

Fui para a cozinha com o meu roupão, me sentindo o próprio dono da mansão Playboy. Afinal, a Deborah parecia mesmo uma coelhinha, daquelas que merece capa de revista.

Liguei o forno de novo e torci para a lasanha continuar gostosa. Enquanto isso, ela se sentou no sofá da sala, só de toalha.

Para me provocar, ainda deu uma cruzada de perna quando eu passei. Que safada!

Servi mais um vinho.

O papo antes do jantar tava cheio de malícia. Mais do que pela comida, a gente tava ali para dar um tempo para recuperar.

A garrafa de vinho acabou que a gente nem viu e o forno apitou logo em seguida.

Chamei a Deborah para a sala de jantar, servi os pratos e acendi as velas.

— Denis, vou te avisar de uma vez. A lasanha está linda, mas não vou comer muito. Quero fazer uma coisinha daqui a pouco.

— Eu entendo e concordo.

Pensando bem, lasanha não tinha sido uma escolha tão inteligente para um jantar que terminaria em sexo. Mas é a minha especialidade, o que posso fazer.

Nos sentamos, servi mais um vinho e logo senti.

Como se não estivesse fazendo nada e comendo com a maior calma, senti algo roçando na minha cueca. Não tinha dúvida, era o pezinho daquela safada.

Ela acariciava o meu pau com o pé enquanto ganhava um tempo e comia alguma coisinha. Logo a brincadeira virou uma penheta por baixo da mesa. Eu já tava de pau duraço de novo.

Essa gata sabia como me enlouquecer.

Não deu tempo nem de terminar os pratos e a gente já estava se pegando de novo.

Meu corpo não conseguia ficar longe do dela, a gente causava o maior atrito e dava pra sentir cada gemidinho que ela segurava durante os beijos.

Coloquei minha mão na bocetinha dela. E adivinha? Sim, já tava toda meladinha de novo.

A gente foi para o sofá da sala. Nos beijamos, fui descendo até lá. Tava tão perto que, apesar de depilada, dava para ver que os pelinhos ruivos dali eram 100% naturais.

— Mais cedo você não me deixou fazer uma coisinha.

Chupei ela bem gostoso. Abusei daquele grelo sensacional. Lambi, cheirei, suguei, beijei, sacudi. Fiz de tudo um pouco enquanto ela enlouquecia de tesão.

O orgasmo veio logo. Mas mesmo depois de ela gozar, eu não parei. Continuei chupando e batendo uma. Queria destruir aquela safada.

Mas antes mesmo de eu chegar perto de gozar, ela teve outro clímax.

— Vai, mete em mim logo que eu sei que você tá a fim.

Deitei no sofá e falei:

— Agora você vai ter que trabalhar.

Ela entendeu. Veio por cima de mim e começou a quicar loucamente. Que cena maravilhosa ver o corpo da ruiva se contorcendo todo enquanto sentava no meu pau.

Enquanto isso, ela esfregava seu grelinho sem parar. E voltou a berrar daquele jeito.

— Ai, Denis!

Acho que o prédio inteiro ficou sabendo o meu nome por causa desse escândalo. E com certeza valeu a pena.

De repente, silêncio. A Deborah começou a se tremer toda e caiu pro lado. Ficou uns bons segundos sentindo aquilo. Foi um lindo e assustador orgasmo.

Ela me contou que nunca tinha gozado assim antes.

— Denis, você não terminou, não é mesmo?

Pior que ainda não tinha, mas tava tudo bem. Deu pra ver que ela tava destruída pelo prazer.

— Eu sempre quis experimentar uma coisa.

De repente, essa ruiva sensacional e insaciável arrebitou sua bela raba para mim, se apoiou de cabeça no piso e falou:

— Come meu cu, vai!

Só podia ser sacanagem. Só podia ser um sonho. Que noite! Ainda mais depois de tanto tempo de quarentena.

Troquei a camisinha, caprichei no lubrificante e lá fui eu, explorar o que nenhum homem tinha adentrado.

Como era apertadinho aquele cuzinho. Foi difícil de entrar só a cabecinha.

Deu pra ver que estava doendo um pouco, mas ela não reclamou em nenhum momento. Também não gemeu.

Era um momento sublime, mas silencioso.

Penetrei.

Parecia que ia ser bom só pra mim, já estava pensando em desistir e dar uma gozada final para a Deborah.

Mas no primeiro vai e vem, surgiu aquele “vai, Denis!” que eu ouvi tanto durante a noite toda.

Ela tava entrando no clima. Logo no primeiro anal, já conseguiu sentir prazer.

Para multiplicar, claro que a mão dela não saia do clitóris. E lá fui eu, meti com cuidado mas com velocidade nela.

A cada estocada era uma arfada de prazer. Eu não tava mais me aguentando quando ela perguntou. Gritando:

— VOCÊ JÁ TÁ GOZANDO?

Levei até um susto.

— DIZ QUE SIM, PORQUE QUERO GOZAR JUNTO AGORA!

Com isso, a metida seguinte já veio com a jorrada. Ao mesmo tempo, deu para sentir o berro dela de mais um orgasmo nessa noite.

Nos deitamos ali no chão da sala mesmo, onde tinha rolado o anal maravilhoso, para nos recuperar.

Eu só acordei de manhã. Ela ainda estava dormindo, exausta.

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