Fala, galera! Beleza? Denis R de volta aqui na área. Pois é, contei do boquete da tia Stefany outro dia no churrasco da família, mas não disse ainda o que rolou depois.

Se você ainda não viu, então dá uma olhada lá como o meu churrasco em família terminou em putaria

Pois é, tenho saudade só de lembrar da segunda parte da história. Nunca vou esquecer o que rolou, foi uma das coisas mais excitantes da minha vida. Então segue comigo porque tenho certeza que você vai curtir também.

Comendo a tia novinha no quarto da minha mãe, Conto erótico por Denis R

Bom, lá estava eu, depois de uma gozada maravilhosa na boquinha da minha tia que deu um sabor todo diferente ao churrasco. 

Como o tesão ainda não tinha acabado, ainda mais de ficar lembrando aquela gostosa botando o biquíni e me chamando pra um segundo round mais tarde, fiquei lá no salão de festas em reforma esperando a ereção dar uma abaixada.

Mil coisas rolando na minha cabeça, mas principalmente o que eu ia fazer mais tarde. Como que eu ia arranjar um jeito de pegar a tia Stefany de novo.

Era finalzinho de tarde, voltei ao churrasco pra dar aquela disfarçada.

— Onde que você tava, cara? — perguntou um primo assim que me viu.

— Po, precisava dar uma descansada. Acabei cochilando mais que queria.

Comi mais umas carnes, troquei ideia com a galera e arranjei um motivo pra meter o pé.

Fiquei até com medo de perguntar da tia Stefany pro pessoal, não queria levantar suspeitas. Mas fiquei sabendo que ela mandou uma mensagem avisando que precisava ajudar uma amiga, ou qualquer coisa assim, e foi embora.

O problema é que, na minha pressa em ir embora, esqueci completamente de arranjar um pretexto pra ir na casa do vô de noite. Era lá que a minha tia gostosa tava me chamando e queria me ver mais tarde.

Cheguei em casa umas 20h e não sabia que horas era o mais tarde da tia. 

Tinha acabado de tomar banho e me arrumar lá na casa dos meus pais quando vi os dois chegar. Não deu pra escapar, eles me viram todo arrumado e perguntaram qual era a boa da noite.

Claro que eu não podia contar, tava na ânsia de ir ver a tia, mas precisei fazer uma sala com os velhos antes de me mandar. Falei que precisava passar na casa do vô pra pegar um negócio antes de dar o meu rolê.

Atravessei a cidade e cheguei lá bem tarde, depois da hora que ele dorme. Tava andando até a campainha e nem sabia se devia tocar.

Mas vi a luz de uma janela acender e a minha tia acenar. Ela fez sinal pra eu esperar um pouco. Claro que obedeci.

Logo, ela tava ali. Vestidinho tubinho preto, ressaltando aqueles peitos deliciosos. De frente já dava pra ver a marca da calcinha, fiquei só imaginando como estaria naquela raba.

Ela falou:

— Você demorou!

— Foi mal, não consegui desenrolar antes.

— Tudo bem, foi até melhor. Tá todo mundo dormindo, quer entrar?

— Pera, a gente não vai sair. Você tá aí toda gost… toda arrumada e não quer aproveitar a noite.

— Claro que eu quero, mas agora que todo mundo apagou, dá pra fazer uma coisa diferente. Vem, Denis!

Fui. Claro que fui.

Ela virou pra passar pelo jardim da frente e com a luz que vinha do chão finalmente vi aquela bunda. Tava ainda melhor do que eu imaginava.

Entrei na casa e ela já chegou com a mão no meu pau e me tascou um beijo.

— O bom deles terem dormido é que eu não preciso pagar o motel pra pegar esse meu sobrinho safado— ela disse.

Meu pau já tava pulsando.

— Pera, a gente vai transar aqui?

— Não, tenho um lugar melhor. Deixa só eu curtir um pouco essa sala.

A safada da minha tia tava excitada de fazer uma putaria na casa dos pais dela! Quem diria?

A gente se pegou gostoso demais, por um bocado de tempo. Deu pra sentir a calcinha molhada dela mesmo sem tirar a calça jeans. Tava escuro, mas eu tinha certeza que ficou a marca ali.

— Bora, Denis, eu não tô aguentando. Bora subir.

Ela me levou até um quarto de menina, todo rosinha.

— Sabia que esse era o quarto da sua mãe antes de ser o meu?

Eu sabia, a mãe já tinha contado que assim que se casou com o papai ela deixou o quarto pra Stefany. Só nunca imaginei que eu ia, um dia, trepar ali com uma gostosa.

Não com uma gostosa qualquer, com a minha tia gostosa.

— Sim, tô ligado!

— E tem problema pra você?

— Claro que não, ti… Quero dizer, Stefany.

— Muito bom! O garoto tá bem treinado.

Ela me empurrou na cama e aumentou a intensidade dos amassos.

— Mais cedo, eu te fiz um boquete. Agora é hora de você retribuir à sua tia.

— Pensei que eu não pudesse te chamar assim.

— Você não pode, eu posso.

Que safada! Mas arranquei aquela calcinha encharcada de tesão e comecei a chupar a boceta da tia Stefany.

Nossa, que pepeca cheirosa! Nunca tinha sentido nada igual. Depiladinha nas laterais, mas com um matinho ralinho fazendo um verdadeiro caminho pra felicidade.

Lambi com pressão aquele clitóris, dava pra ver que ela tava se segurando pra não gritar. Mas no clímax, ela não se aguentou e soltou uma arfada mais alta de prazer enquanto se tremia inteira. Um orgasmo intenso e delicioso de ter dado.

Meu pau pulsava na cueca querendo entrar naquela bocetinha cheirosa.

Mas ela levantou rápido pra dar uma olhada na porta. Tava assustada, não queria ser pega no flagra, ainda mais comigo.

Só que continuava tudo apagado, nenhum sinal de ninguém acordado.

Ela virou a chave devagarinho e trancou a porta sem fazer barulho.

— Vem, garoto! Deixa eu te mostrar como se fode.

Ela já não ligava mais se alguém acordasse. Eu tava doido pra meter nessa safada.

Me jogou de costas na cama, pegou uma camisinha e botou com a boca no meu pau. Logo em seguida, começou a cavalgar com pressão. 

Ela ainda não tinha tirado o tubinho preto e resolveu cavalgar com a bunda na minha cara. Que visão maravilhosa!

Eu tava explodindo de tesão, mas já tinha gozado na boca dela mais cedo. Pra garantir que ia aguentar mais, ainda bati aquela bronha no banho.

Hoje a ideia era transar a noite inteira, se precisasse.

E como tava gostoso levar uma sentada da minha tia gostosa! Uns 10 minutos de cavalgada frenética, ela era uma puta duma gostosa preparada pra aguentar tanto tempo.

Até que ela gozou! Ainda bem, mais um pouquinho e era eu terminando o serviço.

— Po, Denis, eu queria te derrubar, mas deu pra ver que você veio preparado, hein? Mas, calma, esse é só início.

Não ia terminar a noite por ali, nem tinha conseguido ver ela toda pelada ainda.

Tirei a roupa e comecei a beijá-la. Precisava tirar aquele tubinho preto pra ver o corpo inteiro dela.

Mais cedo, ela ficou só com a parte de baixo do biquíni, agora faltava ver aqueles peitos balançando enquanto eu metia nela.

Ela tava apressada, queria gozar mais ainda, mas me deixou brincar.

Fui beijando e puxando ela pra perto do interruptor, na intenção de ver tudo aquilo.

A tia Stefany arrancou logo a roupa e meteu a mão no interruptor.

— Eu sei que você quer me ver, então olha, seu moleque safado.

Olhei aquilo e era ainda mais delicioso do que eu tinha sonhado. Puta que o pariu, que mulherão!

— Já que você gosta de meter de luz acesa, deixa eu acender o abajour.

Apagou a luz do teto, ficou de quatro na cama e alcançou a luminária do lado da cama. E continuou de quatro.

Não precisou falar mais nada, já sabia o que era pra fazer. Meti naquela pepeca gostosa por trás.

Ela ajudava no vai e vem, não parava de rebolar no meu pau. Mais uma gozada por conta do Denis aqui. Um desempenho pra não esquecer mais.

— Vem, já tá na hora de eu te recompensar. Tira essa camisinha e goza na minha bunda.

Topei, claro. Ver aquela bunda linda cheia da minha porra foi delicioso.

Ela só virou e falou: “vem dar uma descansadinha aqui com a tia, sei que você quer”.

— Mas e se alguém acordar?

— Relaxa, tenho um plano e acho que a gente vai dar sorte.

Deitei, a gente descansou um pouco e voltou pra mais um round. Foi assim a noite inteira.

De manhã, ela falou pra eu me vestir e pra descer. Ela pôs um roupão e foi pra sala comigo, a gente ficou conversando.

O vô desceu e fiquei cagado de medo, mas ela sem perder a compostura falou:

— Olha quem veio aqui, vô! O Denis.

— Fala, garoto! O que tá fazendo aqui tão cedo? Você nunca vem.

— Ele veio me ver, tinha me prometido um passeio pela cidade. Eu tava há tanto tempo fora, precisava o que tem de novo por aqui. Mas tô meio cansada, dormi pouco essa noite. Pode ficar pra outro dia?

— Claro, ti… Stefany.

— Pode me chamar de tia. Aqui tá o meu número, me liga qualquer dia desses.

— Com certeza, tia Stefany!

Fui embora depois dessa transa e mantive a tia Stefany como um contatinho por bastante tempo, até ela voltar pra Las Vegas.

Ela ainda me manda uns nudes de vez em quando e diz que tá me esperando por lá. Qualquer dia desses, eu vou…

Quer ler mais contos eróticos? Então dá uma olhada

Deixe seu comentário aqui
Gostou? Compartilhe com os seus amigos!Share on Facebook
Facebook
Tweet about this on Twitter
Twitter
Share on LinkedIn
Linkedin