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Conto erótico: Dando uma escapada da quarentena com a ruiva do Tinder

Fala, meus camaradas! A quarentena tá dura, né? Por aqui também não foi fácil. Mas tenho um conto erótico maneiro para dar aquela animada.

Dando uma escapadinha da quarentena com a ruiva do Tinder

por Denis R

Hoje eu vou te contar um caso muito recente. Que, inclusive, aconteceu nesse último fim de semana.

Vou te falar que não recomendo ninguém a fazer o mesmo, mas simplesmente não deu para aguentar. Você entende, não é mesmo? Mas vamos à história, então.

Quando começou a quarentena, voltei logo pro Tinder. Afinal, com todas as gatas em casa, era a oportunidade de dar uma renovada nos contatinhos.

Lá em março ninguém imaginava o quanto o isolamento ia durar. E um dos meus primeiros matches foi com uma gata espetacular chamada Deborah.

Cabelo pintado de ruivo, olhos verdes, boca provocante e um corpo que parecia bem gostosinho. A gente logo trocou o whatsapp e começou o papo.

A conversa sempre fluía, os gostos pareciam iguais e, conforme os meses foram passando, o tesão foi só aumentando.

A gente mandava nudes, áudios de putaria e chegou a fazer uma videochamada para transar. Só que com 3 meses nessa ousadia toda, eu já tava subindo pelas paredes.

Os casos aqui na cidade já não eram altos e tinha algumas semanas que tudo reabriu. Mas eu tava concentrado em manter a quarentena, saindo só para trabalhar.

Ela tava em casa, também cumprindo tudo. Só que num pico de tesão, soltei a sugestão: “e se a gente se ver nesse fds?”

Achei que ela ia negar, mas a Deborah mandou um: “eu tooopo!”

Não acreditei. Era hora de planejar tudo bem direitinho.

Ia buscar ela de carro na portaria do prédio e levar direto lá em casa. Jantarzinho e pronto, hora da diversão.

Afinal, ainda não tá na hora de sair, não é mesmo? Fiquei em dúvida se devia furar a quarentena, mesmo depois dela ter animado, mas aí já era tarde demais para desistir.

Chegou o dia. Ela tava de máscara, mas eu já conhecia aquele rostinho que tava nas minhas conversas do whatsapp de todo dia.

O que eu não esperava era aquele corpaço. Os nudes que ela mandavam já eram de outro mundo, claro. Mas sempre dava para valorizar na fotos.

De blusinha branca bem decotada e saia marcando, deu para ver que a ruiva era uma baita de uma rabuda e tinha uns peitos naturais de outro mundo, além de uma bela cinturinha de pilão.

Ela entrou no carro meio tímida e a gente foi trocando ideia até chegar lá no apartamento. O difícil foi manter os olhos na rua com o espetáculo de mulher que tava do meu lado.

A gente entrou, ela foi ao banheiro para lavar as mãos, eu coloquei a lasanha no forno, servi um vinho tinto e botei a playlist romântica na caixinha de som.

Secamos a garrafa antes mesmo da massa ficar pronta. Os beijos esquentaram, meu pau tava pulsando e quando encostei na calcinha da Deborah, já tava molhada.

O tesão dos dois depois de 3 meses de quarentena era intenso. A gente nem pensou, só queria se pegar. Desliguei o forno e levei ela pra cama.

Meu medo era só terminar tudo rápido demais por conta da seca forçada.

Só que deu pra perceber que ela tava no clima para dar uma foda intensa também.

Arranquei aquela roupa e tudo que eu esperava quando a vi na frente do prédio se tornou uma realidade melhor ainda. Branquinha, o corpo parecia ter sido esculpido em carrara.

Os seios naturais eram enormes, durinhos e rosados. A curva do bumbum era super-acentuada. Ela resolveu deixar um caminho da felicidade na pepeca. Ao contrário do cabelo ruivo, era castanho escuro. Safada!

Tava pronto pra cair de boca naquela xoxota quando ela olhou nos meus olhos e falou:

— Não me vem com preliminar, passei muito tempo sem transar. Me come, Denis!

Aquele desejo era uma ordem. Arranquei as calças, peguei uma camisinha na mesa de cabeceira e soquei a rola na Deborah, do jeitinho que ela queria.

Começamos no papai e mamãe, mas ela logo ergue as pernas e virou um frango assado. Tava hipnotizado com aqueles peitos balançando e ela gemendo com o prazer.

Nunca vi uma gata gozar tão rápido! O negócio tava frenético e ela tava precisando da minha rola.

Sentindo que ela chegou lá, a Deborah falou: “calma, tamo só começando” e ficou de quatro pra mim.

Entendi logo o que ela queria e enfiei de novo. Só que a posição tava gostosa demais e era eu que não tava me aguentando.

Ela começou a bater uma siririca enquanto eu metia por trás e começou a gemer alto.

Só pensei: “fodeu, meus vizinhos vão reclamar”. Mas que se dane, não são os vizinhos que tão comendo essa ruiva sensacional depois de 3 meses sem meter.

Continuei descendo a madeirada na danada com ela gemendo, gemendo, gemendo. Ela berrava mesmo.

— Ai, Denis! Ai, Denis! Ai, Denis!

Eu não sabia como tinha aguentado tanto tempo. Aqueles 5 minutos tavam parecendo uma eternidade, mas tavam sendo um dos melhores momentos da minha vida.

— Me fode, me fode, me fode!

E lá tava ela gozando de novo antes de mim. Que safada!

Tirei o pinto dela enquanto ela continuou a siririca e arranquei a camisinha. Ela continuou se tremendo toda no orgasmo.

Não precisei de muito, uma ou duas batidas e gozei em cima da bunda dessa safada.

— Ai, que delícia a sua porra quentinha na minha bunda, Denis!

Meu deus, ela era bandida demais. Um pouquinho de prazer e a danadinha falava igual uma puta.

O cansaço tava forte, mas o tesão também. Precisava de um tempinho para me recuperar, então perguntei:

— Vamos jantar?

A Deobrah só respondeu: “claro, vai pondo a mesa enquanto eu tomo um banho”. Ela me pediu uma toalha e saiu com aquela bunda de outro mundo pingando em direção ao banheiro.

A noite prometia! O primeiro round foi espetacular. Mas o segundo round, meus amigos… Deixo pra contar outro dia.

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Fala, galera! Beleza? Denis R de volta aqui na área. Pois é, contei do boquete da tia Stefany outro dia no churrasco da família, mas não disse ainda o que rolou depois.

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Pois é, tenho saudade só de lembrar da segunda parte da história. Nunca vou esquecer o que rolou, foi uma das coisas mais excitantes da minha vida. Então segue comigo porque tenho certeza que você vai curtir também.

Comendo a tia novinha no quarto da minha mãe, Conto erótico por Denis R

Bom, lá estava eu, depois de uma gozada maravilhosa na boquinha da minha tia que deu um sabor todo diferente ao churrasco. 

Como o tesão ainda não tinha acabado, ainda mais de ficar lembrando aquela gostosa botando o biquíni e me chamando pra um segundo round mais tarde, fiquei lá no salão de festas em reforma esperando a ereção dar uma abaixada.

Mil coisas rolando na minha cabeça, mas principalmente o que eu ia fazer mais tarde. Como que eu ia arranjar um jeito de pegar a tia Stefany de novo.

Era finalzinho de tarde, voltei ao churrasco pra dar aquela disfarçada.

— Onde que você tava, cara? — perguntou um primo assim que me viu.

— Po, precisava dar uma descansada. Acabei cochilando mais que queria.

Comi mais umas carnes, troquei ideia com a galera e arranjei um motivo pra meter o pé.

Fiquei até com medo de perguntar da tia Stefany pro pessoal, não queria levantar suspeitas. Mas fiquei sabendo que ela mandou uma mensagem avisando que precisava ajudar uma amiga, ou qualquer coisa assim, e foi embora.

O problema é que, na minha pressa em ir embora, esqueci completamente de arranjar um pretexto pra ir na casa do vô de noite. Era lá que a minha tia gostosa tava me chamando e queria me ver mais tarde.

Cheguei em casa umas 20h e não sabia que horas era o mais tarde da tia. 

Tinha acabado de tomar banho e me arrumar lá na casa dos meus pais quando vi os dois chegar. Não deu pra escapar, eles me viram todo arrumado e perguntaram qual era a boa da noite.

Claro que eu não podia contar, tava na ânsia de ir ver a tia, mas precisei fazer uma sala com os velhos antes de me mandar. Falei que precisava passar na casa do vô pra pegar um negócio antes de dar o meu rolê.

Atravessei a cidade e cheguei lá bem tarde, depois da hora que ele dorme. Tava andando até a campainha e nem sabia se devia tocar.

Mas vi a luz de uma janela acender e a minha tia acenar. Ela fez sinal pra eu esperar um pouco. Claro que obedeci.

Logo, ela tava ali. Vestidinho tubinho preto, ressaltando aqueles peitos deliciosos. De frente já dava pra ver a marca da calcinha, fiquei só imaginando como estaria naquela raba.

Ela falou:

— Você demorou!

— Foi mal, não consegui desenrolar antes.

— Tudo bem, foi até melhor. Tá todo mundo dormindo, quer entrar?

— Pera, a gente não vai sair. Você tá aí toda gost… toda arrumada e não quer aproveitar a noite.

— Claro que eu quero, mas agora que todo mundo apagou, dá pra fazer uma coisa diferente. Vem, Denis!

Fui. Claro que fui.

Ela virou pra passar pelo jardim da frente e com a luz que vinha do chão finalmente vi aquela bunda. Tava ainda melhor do que eu imaginava.

Entrei na casa e ela já chegou com a mão no meu pau e me tascou um beijo.

— O bom deles terem dormido é que eu não preciso pagar o motel pra pegar esse meu sobrinho safado— ela disse.

Meu pau já tava pulsando.

— Pera, a gente vai transar aqui?

— Não, tenho um lugar melhor. Deixa só eu curtir um pouco essa sala.

A safada da minha tia tava excitada de fazer uma putaria na casa dos pais dela! Quem diria?

A gente se pegou gostoso demais, por um bocado de tempo. Deu pra sentir a calcinha molhada dela mesmo sem tirar a calça jeans. Tava escuro, mas eu tinha certeza que ficou a marca ali.

— Bora, Denis, eu não tô aguentando. Bora subir.

Ela me levou até um quarto de menina, todo rosinha.

— Sabia que esse era o quarto da sua mãe antes de ser o meu?

Eu sabia, a mãe já tinha contado que assim que se casou com o papai ela deixou o quarto pra Stefany. Só nunca imaginei que eu ia, um dia, trepar ali com uma gostosa.

Não com uma gostosa qualquer, com a minha tia gostosa.

— Sim, tô ligado!

— E tem problema pra você?

— Claro que não, ti… Quero dizer, Stefany.

— Muito bom! O garoto tá bem treinado.

Ela me empurrou na cama e aumentou a intensidade dos amassos.

— Mais cedo, eu te fiz um boquete. Agora é hora de você retribuir à sua tia.

— Pensei que eu não pudesse te chamar assim.

— Você não pode, eu posso.

Que safada! Mas arranquei aquela calcinha encharcada de tesão e comecei a chupar a boceta da tia Stefany.

Nossa, que pepeca cheirosa! Nunca tinha sentido nada igual. Depiladinha nas laterais, mas com um matinho ralinho fazendo um verdadeiro caminho pra felicidade.

Lambi com pressão aquele clitóris, dava pra ver que ela tava se segurando pra não gritar. Mas no clímax, ela não se aguentou e soltou uma arfada mais alta de prazer enquanto se tremia inteira. Um orgasmo intenso e delicioso de ter dado.

Meu pau pulsava na cueca querendo entrar naquela bocetinha cheirosa.

Mas ela levantou rápido pra dar uma olhada na porta. Tava assustada, não queria ser pega no flagra, ainda mais comigo.

Só que continuava tudo apagado, nenhum sinal de ninguém acordado.

Ela virou a chave devagarinho e trancou a porta sem fazer barulho.

— Vem, garoto! Deixa eu te mostrar como se fode.

Ela já não ligava mais se alguém acordasse. Eu tava doido pra meter nessa safada.

Me jogou de costas na cama, pegou uma camisinha e botou com a boca no meu pau. Logo em seguida, começou a cavalgar com pressão. 

Ela ainda não tinha tirado o tubinho preto e resolveu cavalgar com a bunda na minha cara. Que visão maravilhosa!

Eu tava explodindo de tesão, mas já tinha gozado na boca dela mais cedo. Pra garantir que ia aguentar mais, ainda bati aquela bronha no banho.

Hoje a ideia era transar a noite inteira, se precisasse.

E como tava gostoso levar uma sentada da minha tia gostosa! Uns 10 minutos de cavalgada frenética, ela era uma puta duma gostosa preparada pra aguentar tanto tempo.

Até que ela gozou! Ainda bem, mais um pouquinho e era eu terminando o serviço.

— Po, Denis, eu queria te derrubar, mas deu pra ver que você veio preparado, hein? Mas, calma, esse é só início.

Não ia terminar a noite por ali, nem tinha conseguido ver ela toda pelada ainda.

Tirei a roupa e comecei a beijá-la. Precisava tirar aquele tubinho preto pra ver o corpo inteiro dela.

Mais cedo, ela ficou só com a parte de baixo do biquíni, agora faltava ver aqueles peitos balançando enquanto eu metia nela.

Ela tava apressada, queria gozar mais ainda, mas me deixou brincar.

Fui beijando e puxando ela pra perto do interruptor, na intenção de ver tudo aquilo.

A tia Stefany arrancou logo a roupa e meteu a mão no interruptor.

— Eu sei que você quer me ver, então olha, seu moleque safado.

Olhei aquilo e era ainda mais delicioso do que eu tinha sonhado. Puta que o pariu, que mulherão!

— Já que você gosta de meter de luz acesa, deixa eu acender o abajour.

Apagou a luz do teto, ficou de quatro na cama e alcançou a luminária do lado da cama. E continuou de quatro.

Não precisou falar mais nada, já sabia o que era pra fazer. Meti naquela pepeca gostosa por trás.

Ela ajudava no vai e vem, não parava de rebolar no meu pau. Mais uma gozada por conta do Denis aqui. Um desempenho pra não esquecer mais.

— Vem, já tá na hora de eu te recompensar. Tira essa camisinha e goza na minha bunda.

Topei, claro. Ver aquela bunda linda cheia da minha porra foi delicioso.

Ela só virou e falou: “vem dar uma descansadinha aqui com a tia, sei que você quer”.

— Mas e se alguém acordar?

— Relaxa, tenho um plano e acho que a gente vai dar sorte.

Deitei, a gente descansou um pouco e voltou pra mais um round. Foi assim a noite inteira.

De manhã, ela falou pra eu me vestir e pra descer. Ela pôs um roupão e foi pra sala comigo, a gente ficou conversando.

O vô desceu e fiquei cagado de medo, mas ela sem perder a compostura falou:

— Olha quem veio aqui, vô! O Denis.

— Fala, garoto! O que tá fazendo aqui tão cedo? Você nunca vem.

— Ele veio me ver, tinha me prometido um passeio pela cidade. Eu tava há tanto tempo fora, precisava o que tem de novo por aqui. Mas tô meio cansada, dormi pouco essa noite. Pode ficar pra outro dia?

— Claro, ti… Stefany.

— Pode me chamar de tia. Aqui tá o meu número, me liga qualquer dia desses.

— Com certeza, tia Stefany!

Fui embora depois dessa transa e mantive a tia Stefany como um contatinho por bastante tempo, até ela voltar pra Las Vegas.

Ela ainda me manda uns nudes de vez em quando e diz que tá me esperando por lá. Qualquer dia desses, eu vou…

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A sessão de sexo oral com a irmã gêmea da minha namorada (junto com ela) não foi suficiente para saciar nenhum de nós três. Toda essa foda terminou no quarto do lado dos meus sogros, o ménage com minha namorada que foi um dos momentos de mais adrenalina e tesão da minha vida.

Se ainda não leu a parte 1 do conto erótico, não perca a chance: Boquete da minha namorada e a irmã gêmea dela.

Ménage com minha namorada e a irmã gêmea dela,

Conto erótico por Denis R

Fazendo silêncio pra que meus sogros não percebessem a movimentação no corredor, cada um de nós três foi entrando no quarto ligeiro. E assim fomos para o quarto da minha namorada, Vanessa.

O quarto dela ainda tinha uma decoração mais delicada, coisas de unicórnio e alguns outros presentes que eu tinha dado em aniversários. Era naquele cenário que já tinha sido tão romântico que a putaria generalizada ia rolar.

Eu mal havia entrado no quarto, quando a minha namorada me jogou na parede. Me beijando forte, de um jeito que às vezes até sentindo falta. Ela tava com muita vontade e foi colocando minha mão dentro dela.

Foi aí que ouvimos Flávia se jogar na cama. E isso foi um chamado quase imediato para nós também ir para lá. Eu só conseguia pensar na sorte que tinha de pegar a irmã gêmea da minha namorada junto com ela.

Flávia puxou nossos braços encostando perto dela, olhando bem nos nossos olhos. Era quase como pedisse permissão para tudo que ia rolar por ali, e nós dois entramos de cabeça.

Quem negaria a putaria nesse ponto?

Beijei os peitos durinhos da minha cunhada, que ficaram com os bicos em pé logo de cara, enquanto eu batia uma siririca pra Vanessa. Elas estavam realmente entregues para aquele momento. Ficava o tempo todo pensando se em algum momento elas iriam se pegar também.

Meu pau tava durasso, pronto para meter nas irmãs gêmeas. Mas a prioridade foi começar pela minha namorada, e como sei que ela curte ser mandada quando o tesão bate, pedi para ela vir por cima.

Sentei perto dos travesseiros e Vanessa veio por cima. Ela tava úmida, pronta para sentar até o talo enquanto me beijava. Flávia ficou do lado com a mão no meu peito, tocava uma siririca enquanto esperava, sabia que a próxima vez era a dela.

Foi isso que eu fiz, comi minha namorada enquanto minha cunhada olhava e tocava uma siririca. Vanessa gemia, enquanto rebolava e deixava eu meter.

Foi aí que ela fez um sinal para Flávia chegar mais perto.

Vanessa colocou a mão da irmã dela no meu pau, o sorriso que se dividia entre um pouco de vergonha, mas mostrando que queria ver aquilo rolar. Em seguida, ela deu um selinho na Flávia e, então, aconteceu.

Flávia sentou, e como muitos caras sabem como é foder uma buceta diferente da namorada, foi um momento diferenciado. Ela foi devagarzinho, engolindo cada centímetro do meu pau.

Metia fundo na Flávia, que não parava de cavalgar com gosto, com os ombros para trás e os peitos empinadinhos.

Enquanto isso, meu dedo passava no clitóris da Vanessa e suspirando para não gemer. Flávia puxou a irmã para mais perto, e elas se pegaram forte. Um beijo descomunal, o que me deixou de cara.

Minha cunhadinha saiu do meu colo, só para isso. As duas começaram a me beijar juntas e passando a mão no meu pau, eu alternava a língua das irmãs gêmeas safadas. Ambas eram minhas aquela noite.

MEUS AMIGOS, aquela cena eu nunca vou esquecer. Minha gata estava topando tudo, foi tudo natural para elas se beijarem, enquanto eu voltava a foder a Vanessa.

Ela ficou de quatro, sem eu pedir, e isso já dizia muita coisa. Minha namorada estava completamente entregue para aquele momento, e eu tinha que aproveitar ao máximo.

Meti o pau, estocando forte uma vez atrás a outra, como fazia tempo que não fazia. Ela gemia se segurando, com a bucetinha molhada demais.

Nessa posição, deliciosamente com o rabo empinado para mim, a Vanessa também caiu de boca em um oral na Flávia. Outro momento que eu não fazia ideia que poderia acontecer.

Aquilo me deu ainda mais vontade, fui socando mais forte. Agora as duas estavam ganhando agrados, eu podia me divertir do meu jeito. Agarrei a bunda da minha namorada com as duas mãos e fui até o fim.

Ela tinha pequenos espasmos e eu já estava doido de tesão. Era difícil segurar depois da sessão de boquete e de ter conseguido meter nas duas irmãs.

Tirei o pau para fora e gozei em cima da bunda da Vanessa, as duas me olhando felizes com o resultado. Foi uma esporrada grossa que escorreu pela pele avermelhada, eu realmente tinha agarrado deixando marcas.

Estava pronto para continuar e ajudar a agradar as duas, mas um barulho no corredor nos conteve. Se os pais delas nos pegassem, eu estaria morto.

Cada um juntou uma peça de roupa e foi jogando para o outro, e em menos de quinze segundos estávamos vestidos.

Uma batida na porta.

– Ainda acordados? A televisão ainda tá alta na sala – falou minha sogra sem abrir nem uma fresta.

– A gente já desliga lá, mãe – falou Flávia, se segurando para não rir.

– Também já to indo pra casa, tia. Boa noite – falei.

Ela desejou boa noite para todos nós, e rimos baixo pelo flagra que quase aconteceu. Vanessa se escondeu embaixo da coberta, mostrando a timidez que eu tanto gostava, e eu e Flávia nos olhamos também sem graça.

Foi tranquilo, mais do que eu esperava, mas eu só rezava para ter novas chances.

Se vocês curtirem posso contar outras aventuras com a irmã gêmea da minha namorada, as minhas paixões secretas que aprenderam a dividir direitinho.

Abraço, Denis R.

Conto erótico no Hora do Homem

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Conto erótico: Boquete da minha namorada e a irmã gêmea dela

Opa, sou um dos novos contistas do site e vou contar uma das minhas primeiras aventuras sexuais mais doidas. Tudo isso aconteceu quando eu tinha 18 anos, nem imaginava que poderia foder minha namorada e a irmã gêmea dela.

Boquete da minha namorada e a irmã gêmea dela, conto erótico por Denis R

Já fazia um tempo que eu namorava a Vanessa, uma menina de 18 anos que tinha acabado de terminar o terceirão e passar em todos vestibulares que fez. Ela era linda, loirinha de olho claro, mas o corpo dela era o que mais chamava atenção.

Peitos durinhos, cinturinha fina e pra completar uma bunda redonda (e bem empinada). Ela tinha um corpasso espetacular mesmo, e mesmo com o jeito tímido, era ainda ótima de cama. Uma combinação perfeita.

Eu já conhecia bem a família da Vanessa, e tinha acabado de conquistar confiança suficiente pra poder dormir na cama com ela. O pai dela gostava de mim, a mãe já tinha me adotado como genrinho favorito e já tinha ficado bem próximo da irmã dela.

Sim, como já sabe só pelo título desse conto, a irmã da minha namorada era gêmea. Flávia era tão linda quanto a Vanessa e nas rodas dos meus amigos sempre rolava o assunto “qual delas é a mais gostosa?”.

Um empate histórico, confesso.

A única diferença era de personalidade, enquanto Vanessa era mais quietinha, Flavia era das meninas mais festeiras da cidade. Bem no estilão de novela, as loiras eram bem opostos.

E como eu disse, me aproximei bastante da Flávia, já que todos os programas a gente fazia junto. Até que ela começou a me abraçar na cintura mais que o normal, olhar diferente e mandar mensagens sempre. Tudo bem, não parecia segunda intenção, até aquele dia.

Fui assistir um filme na casa delas, acho que era aquele A Origem, estávamos nós três. Eu, Vanessa e Flávia, embaixo da coberta. Vanessa dormiu encostadinha em mim e o filme continuou.

Não demorou muito tempo pra eu sentir a perna da minha cunhada roçar em mim, sério. Eu sentia ela se aproximar com jeitinho, tentava não olhar ou reagir. Olhos no filme.

Senti a mão dela deslizar, travando com a textura do sofá e, nesses minutos tortuosos, meu pau já estava duro demais dentro da calça. Eu não sei quanto tempo aquilo durou, mas não conseguia mais prestar atenção no filme fazia tempo.

Até que aconteceu, a mão dela chegou na minha coxa. Eu estava de bermuda fina, tava marcando e latejando. Doido de tesão e preocupado com minha namorada dormindo tão perto.

Encarei ela tentando entender aquilo, a cara de safada já respondia tudo. Apontei pra Vanessa e a Flávia deu de ombros, passando a mão mais forte na minha perna. Até que ela pegou no meu pau por cima da roupa, enquanto olhava nos meus olhos.

Só com os lábios falou “É grande” e senti mais uma pontada no baixo ventre.

Ela segurava com vontade e eu já tava duro como um mastro. Deixando aquilo acontecer, logo no sofá dos meus sogros, com minha namorada dormindo ao lado.

Ela queria mais e lentamente abriu o zíper, foi rápido tirando ele pra fora enquanto alisava. Começou então a me masturbar mais forte, eu queria pedir pra ela parar, mas o sentimento de culpa só acabou quando algo ainda mais louco aconteceu.

Vanessa segurou o outro lado da minha perna, olhou por baixo da coberta e viu a cena toda.

– Vocês nem me esperaram!

Sim, ela disse com um baite sorriso no rosto. O semblante safado que fazia muito tempo que eu não via. Me deu um beijo de língua completamente entregue e ajudou a irmã a tirar a minha bermuda.

Revezaram em bater uma punheta pra mim. Vanessa caiu de boca no meu pau, enquanto minha cunhada me beijava com força. Dava pra ver que sempre quis isso e eu nunca tinha reparado.

Flavia tirou a blusa, mostrando os peitos que eram iguaizinhos aos da irmã. Pra não dizer completamente idênticos. Naquele escuro ficava até mais fácil confundir as duas.

Ela me deixou chupar os peitinhos dela e nisso o boquete que Vanessa me fazia estava caprichado. Babado de um jeito espetacular. Nesse momento eu já não conseguia acreditar.

A Vanessa terminou sua sessão e deu a vez para a irmã, que apresentou o boquete dela do melhor jeito. A loira quase clonada passava a língua devagar, batia uma punheta acompanhando a boca e soltava suspiros.

Aquelas duas realmente curtiam mamar e sabiam muito bem como fazer.

Minha namorada do lado olhava aquilo com naturalidade, inclusive ajudou a afastar o cabelo da irmã. Me beijava também, colocando minha mão dentro do seu pijama.

Tudo isso rolando embaixo do cobertor. Meus sogros estavam dormindo, mas ainda assim era um perigo que corríamos. Foi o que fez Vanessa a puxar e o convite me pegou de surpresa.

– Vamos pro quarto, é melhor – disse Vanessa e a irmã concordou.

Vanessa me deu a mão e eu atendi o chamado. Dava pra ver que irmãs gêmeas realmente sabem dividir.

Mas o resto eu deixo do “Fodi minha namorada e a irmã gêmea dela” para um próximo conto, abraço do Denis R.

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