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Pornografia faz bem pra saúde – aqui estão as provas!
Garanto que já ouviu falar que assistir conteúdo adulto não é tão saudável, mas pode não ser bem por aí. Estudos apontam funções didáticas e reais tratamentos médicos com pornô. Então afirmo mais uma vez: pornografia faz bem pra saúde.
Pelo menos em alguns sentido e com alguns bons cuidados. Então sem mais delongas, veja as seis principais questões do consumo saudável da pornografia.
Como pornografia faz bem pra saúde?
O relativo vício
Ele existe, mas pode ser que seja um problema mais espiritual ou moral que psicológico. Sim, em 2015, a American Psychological Association’s Division publicou essa pesquisa que debate bem o tema.
O estudo aponta um dado interessante: as pessoas que acreditam ser viciadas em pornografia eram influenciadas por desaprovação moral e, principalmente, pelas suas crenças religiosas.
O fato mais interessante é que esses entrevistados não estavam entre aqueles que mais consumiam conteúdo adulto. Não chegavam nem perto do uso de conteúdo mediano. Ou seja, maior parte não tinha distúrbios reais com pornografia.
Solução médica
A masturbação consegue ser benéfica para vários casos de disfunção sexual. Alguns exemplos de tratamentos médicos que podem incluir assistir pornografia:
Para homens: Ejaculação precoce e problemas de ereção.
Para mulheres: Vaginismo e dispareunia.
Para ambos gêneros: Dores em geral, aversão sexual e problemas com orgasmo.
Pornô pode ser didático
Ok, isso sempre que comedido. Justamente pelos motivos que ainda vou citar a frente. Mas é possível quebrar alguns tabus que temos com nosso próprio corpo, e dos outros, assistindo vídeos como esses.
O ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Jr. aponta sobre a desmitificação. “Entre casais ortodoxos, atitudes sexuais mais ousadas, que até então eram encaradas como coisas de outro mundo ou feitas somente por pessoas diferentes”, revela.
E também os entrevistados desse estudo que consumiam pornografia eram os mesmo com mente mais aberta. Prioritariamente com questões ligadas à diversidade sexual, como casamento LGBT.
Boas práticas da pornografia
Não usar de parâmetro
Os estudos apontam que a geração que cresceu com maior acesso à pornografia tem expectativas distorcidas do sexo. De fato, não podemos achar um padrão a ser seguido quando assistimos pornô.
É o mesmo que levar um filme de Hollywood a sério demais.
O que assistimos é uma performance de sexo, normalmente, montada em estúdio. Com atores de pau acima da média, em situações que costumam ser mega machistas (até violentas) e atrizes pagas para fazer o que muitas mulheres simplesmente não são a fim.
Alguns exemplos são a depilação impecável, diversas posições e o sexo anal. Fora o tesão em cima de cenas de assédio e a clássica objetificação da pessoa negra, de mulheres e de algumas profissões.
E não é difícil encontrar conteúdo de qualidade também. Como é o caso do sexo online com camgirls e produtoras mais conscientes. Inclusive, nosso próprio conteúdo adulto!
O imediatismo é ruim
Quando vemos um vídeo desses estimulamos o sistema de recompensas do nosso cérebro. Ele aprende a gostar de recompensas que acontecem a curto prazo. Aliás, você pula todo o lento processo de paquera pra ter um prazer sexual instantâneo.
Antes de ser um problema da pornografia, imediatismo é um problema do nosso tempo. Precisamos ter noção de que não temos o que queremos na hora que queremos. Não é assim que funciona com tudo.
Vai com calma
Apesar de tudo isso, ainda assim o costume deve ser maneirado. Qualquer coisa boa em excesso pode ser prejudicial e, é claro, o vício em pornografia (e internet) existe.
Então se perceber que talvez esteja passando dos limites, pondere, diminua ou procure um especialista. Aliás, existe sexo “de verdade” e uma vida maravilhosa pra ser vivida aí fora.
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Agora tá liberado pornô sim! Se quiser ver mais artigos como esse, leia nossas editorias de Sexo e Saúde.
E, claro, nosso bom e consciente conteúdo adulto.
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1. A pressão

Pressão nunca é legal, de nenhum dos lados. Como as mulheres são culturalmente ensinadas a sonhar com o casamento, é comum muitas delas desejarem o romancismo tradicional.
Não seja também influenciado pela ideia masculina de que “casamento é uma prisão”. Sim, é um passo avançado e envolve MUITAS decisões, mas está na hora de pensar na sua vida com maturidade.
Se relacionamento sério te assusta, lembre que casamento ou namoro são equivalentes nesse sentido. Os dois precisam ser levados a sério.
2. Tempo ao tempo

Não existe uma regra de quanto tempo um casal deve demorar pra dar os novos passos. Por mais chata que seja a cobrança de algumas pessoas, a decisão tem que vir dos dois e de mais ninguém.
Saibam a hora adequada, o momento certo da vida que ambos estão passando. Não adianta se casar em um ano conturbado para o casal, seja na vida amorosa, profissional e, principalmente, psicológica.
Noivado é aquela carta na manga para provar que você quer também, mas ainda dando todo o tempo que precisarem para planejar melhor forma de casar.
3. No papel

Quando o assunto é dinheiro, a maior parte das pessoas muda por completo. Entenda tudo que o casamento civil acarreta, desde os aspectos ruins até os necessário.
Por, exemplo: se vocês comprarem uma casa juntos e, por qualquer razão um venha a falecer, vai ter direito de propriedade; se você ou ela forem hospitalizados, poderão receber visita do outro.
São várias questões legislativas em torno do casamento no papel, por isso ele deve ser discutido entre vocês. E, por favor, não esqueça que divórcio existe. Não ache que assinar os papéis será algo definitivo e imutável.
4. Na igreja

A indústria do casamento fatura milhões de reais todos os anos, isso tudo em nome da tradição do evento. O casamento do vestido branco, buquê e troca de alianças, ele realmente está no nosso imaginário como grande virada da vida.
“Desencalhou”, “Finalmente, certeza que não ele não é gay”, “Agora sim minha filha vai ser feliz” e outras frases pejorativas que, sim, são repetidas sempre.
A importância social da data, os custos de uma festa e a relevância que se é dado para tudo isso. Tudo isso acaba sendo pesado. O casal que decide levar o casamento para o altar, ou qual for a ritualística de sua religião, precisa ter tudo bem decidido.
5. O que você quer?

Pense, pense e repense. Para debater todos esses pontos levantados é preciso que você tenha plena noção das suas vontade.
Por que não quer se casar no papel? Por que não quer casar na igreja? Se não cogitou essas ideias, o conselho final é que reflita sobre suas prioridades. Converse com família, amigos e não deixe de pensar que terapia pode ser uma solução.
Só assim vai saber uma resposta, um contra-argumento ou talvez um pedido de casamento.
Tem o direito de ter seus próprios desejos, mas sejam quais for, ela merece o melhor companheiro que você pode ser.
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E, aí? Se tem mais uma pergunta para solucionarmos, deixe nos comentários!
